Hoje, dia 14 de janeiro de 2025, quero registrar o quanto me sinto intensa e profundamente grata!
Os acontecimentos de hoje foram eternos.
Desde que internalizei que o presente é tudo, passado e futuro, eu sou, sinto e vivo, mais do que nunca, em estado permanente de gratidão.
Isso porque nesse presente mora o tempo onde devo ser o que preciso. É nesse presente que mora a eternidade dos "agoras" que me acompanham. É nesse agora que eu preciso ser grata.
A todo momento os eventos reforçam isso pra mim.
No presente de hoje ganhei presentes e recados de Deus.
De Deus e de mim.
Nem preciso ser presenteada de fato para entender o presente como um presente, mas hoje fui. Como comprovação de que quanto mais se dá, mais se recebe.
Pela manhã acordei de um sonho. Aflita. Abracei o meu dia e segui, apesar do lamento do sonho. Conscientemente feliz.
Logo me invadiu um entusiasmo com brilho diferente dos entusiasmos dos outros dias.
Vibrante, reluzente e COR DE ROSA.
Avassalador.
Eu não sabia o porquê, mas ainda durante a manhã pensei com clareza sobre os presentes que meu presente tem me dado. Não muito depois disso Diego veio me mostrar o que logo mais seriam novos presentes. Físicos também, mas não só.
Encontramos à venda nos classificados virtuais um quarto infantil dos sonhos, com móveis e brinquedos anunciados pra saírem depressa e darem espaço para, quem sabe, os itens que acompanham o presente de quem tanto ali brincou, ou, de toda maneira, para o novo que o presente sempre requer.
Seria até isso uma coincidência com o meu presente? Eu acho que não.
Aqueles brinquedos tinham a magia e o afeto que a Lívia merece receber. De nós e da vida.
Perguntei, então, valores.
Outros presentes.
Mas além, ganhei de presente a delicadeza da avó dos netos donos dos brinquedos que agora pertencem à neta da minha mãe.
Ternura, afeto, zelo e recado de Deus pra mim. Pra nós.
Ela disse: "Não me agradeça. Deves ser um ser de luz e muita sorte".
Eu sou.
E ao ir buscar, Diego se deparou com os móveis e brinquedos organizados, limpos e dispostos em exposição como se, de fato, estivessem sendo dados de presente, e não comprados.
Mas alheio à precificação de tudo, impressionante mesmo foi o valor de tudo o que ela me deu.
Além do valor próprio daqueles itens que claramente fizeram parte da sua alegria por tantos anos, ela conseguiu valorizar ainda mais.
Caixas com laços vermelhos.
Ursinhos posicionados como se em uma vitrine.
Que pena Lívia não ter ido buscar. Mas que bom que temos fotos.
A verdade é que não nos custou nada!
Recebi como presente daquela avó o valor de todo o carinho da entrega, dos objetos, das suas histórias, das suas memórias felizes e eternas.
Quanto amor ali.
Quanto mais de amor eu consigo sentir?
Sempre vem mais do que acho que posso.
Eu disse: "Cuidaremos com muito cuidado e amor de tudo isso que já deve ter feito suas crianças muito felizes."
Cuidarei. Como cuido e quero cuidar de tudo o que recebo da vida e de mim mesma.
De mim, sim, porque sei profundamente sobre os resultados do meu estado de gratidão constante:
Quanto mais agradeço, mais tenho razões para agradecer.
Por fim, ela disse: "Feliz vida pra vocês!"
E mal sabe ela o quanto fez parte, hoje, da felicidade que já vivemos.
Recebi, assim, com todos os acontecimentos desse dia, o recado que havia pedido em outro momento. Impossível não reconhecer.
Obrigada!
Vou seguir agradecendo.