É o que acontece com a doçura de todo mundo que não consegue ser um pouquinho amargo de vez em quando.
A minha bailarina deitada olhando uma flor que de perto me lembra um lobo.
Quando a gente quer ser só um pouco do que a gente vê. Quando a gente quis ser.
Gostei do jardim.
Gostei do sorriso, do bico, do cabelo, do cheiro e do "pááála calol".
Só gostei. Demais.
O príncipe.
A razão de uma vida que eu amo chamar de mãe.
Não sei qual o nome da planta, mas vi ela muito bonita e só, pendurada na parede de mosqueiro. Pendurada e só, como eu.
A amiga mais bonita.
Chuva no cajueiro. Era pra ele e ele choveu, choveu.








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